sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Nos domínios da Mediunidade - Capítulo I

Só do capítulo I extraí 24 lições que merecem uma séria reflexão:

1- Aproxima-se o homem terreno da Era do Espírito, sob a luz da Religião Cósmica do Amor e da Sabedoria
2- a mente permanece na base de todos os fenômenos mediúnicos.
3- Naturalmente circunscritos nas dimensões conceptuais em que nos encontramos,
4- podemos arrojar de nós a energia atuante do próprio pensamento, estabelecendo, em torno de nossa individualidade, o ambiente psíquico que nos é particular.
5- Cada mundo possui o campo de tensão electro-magnética que lhe é próprio, no teor de força gravítica em que se equilibra, e cada alma se envolve no círculo de forças vivas que lhe transpiram do “hálito” mental, na esfera de criaturas a que se imana, em obediência às suas necessidades de ajuste ou crescimento para a imortalidade.
6-...cada consciência evolve no grupo espiritual a cuja movimentação se subordina.
7- Somos, pois, vastíssimo conjunto de Inteligências, sintonizadas no mesmo padrão vibratório de percepção, integrando um Todo, constituído de alguns bilhões de seres, que formam por assim dizer a Humanidade Terrestre.
8-...cada mundo guarda somente determinada família da Humanidade Universal,
9- Dependendo dos nossos semelhantes... agimos e reagimos uns sobre os outros, através da energia mental em que nos renovamos constantemente, criando, alimentando e destruindo formas e situações, paisagens e coisas, na estruturação dos nossos destinos.
10- Nossa mente é, dessarte, um núcleo de forças inteligentes, gerando plasma sutil que, a exteriorizar-se incessantemente de nós, oferece recursos de objetividade às figuras de nossa imaginação, sob o comando de nossos próprios desígnios.
11- A idéia é um “ser” organizado por nosso espírito, a que o pensamento dá forma e ao qual a vontade imprime movimento e direção.
12- Do conjunto de nossas idéias resulta a nossa própria existência.
13- Segundo é fácil de concluir, todos os seres vivos respiram na onda de psiquismo dinâmico que lhes é peculiar, dentro das dimensões que lhes são características ou na freqüência que lhes é própria. Esse psiquismo independe dos centros nervosos, de vez que, fluindo da mente, é ele que condiciona todos os fenômenos da vida orgânica em si mesma.
14- em qualquer posição mediúnica, a inteligência receptiva está sujeita às possibilidades e à coloração dos pensamentos em que vive, e a inteligência emissora jaz submetida aos limites e às interpretações dos pensamentos que é capaz de produzir.
15- Por isso mesmo, o hotentote não se sentiria feliz na companhia do sábio e o sábio, a seu turno, não se demoraria com o hotentote, por falta desse alimento quase imponderável a que podemos chamar vibrações compensadas.
16- Em mediunidade, portanto, não podemos olvidar o problema da sintonia.
17- Atraímos os Espíritos que se afinam conosco, tanto quanto somos por eles atraídos;
18- Achando-se a mente na base de todas as manifestações mediúnicas, ...é imprescindível enriquecer o pensamento, incorporando-lhe os tesouros morais e culturais, os únicos que nos pos¬sibilitam fixar a luz que jorra para nós, das Esferas Mais Altas, através dos gênios da sabedoria e do amor que supervisionam nossas experiências.
19- E, como não podemos fugir ao imperativo da atração, somente retrataremos a claridade e a beleza, se instalarmos a beleza e a claridade no espelho de nossa vida íntima.
20- não existe aperfeiçoamento mediúnico sem acrisolamento da individualidade.
21- É contraproducente intensificar a movimentação da energia sem disciplinar-lhe os impulsos.
22- É perigoso possuir sem saber usar.
23- Elevemos nosso padrão de conhecimento pelo estudo bem conduzido e apuremos a qualidade de nossa emoção pelo exercício constante das virtudes superiores, se nos propomos recolher a mensagem das Grandes Almas.
24- É imprescindível saber que tipo de onda mental assimilamos para conhecer da qualidade de nosso trabalho e ajuizar de nossa direção.

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